EVODUXProdutos de inteligência para custos assistenciais
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar

Septoplastia com turbinectomia

Código Evodux EVX-ORL-SPT-01-CPH · versão 1.1 · data-base out/2026 · produto licenciado

Análise de custos
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Otorrinolaringologia
Septoplastia com turbinectomia
Custo do procedimento sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar a septoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Septoplastia com turbinectomia
Código EvoduxEVX-ORL-SPT-01-CPH
Versão1.1
Data-baseOut/2026
Próxima atualizaçãoAbr/2027

Leitura econômica do procedimento

Resumo do produto

ElementoReferência do produto
O que é o produtoCusto de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnicaBase técnica Evodux de septoplastia com turbinectomia · versão 1.1 · data-base out/2026
ProcedimentoSeptoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral no mesmo tempo cirúrgico, em adulto, em caráter eletivo
Códigos TUSS30501369 Septoplastia (qualquer técnica sem vídeo) e 30501458 Turbinectomia ou turbinoplastia, unilateral, cobrada por lado (2 lados no caso índice)
EspecialidadeOtorrinolaringologia
Escopo hospitalarComponente hospitalar do episódio, com OPME incluída
Honorários médicosNão incluídos no custo hospitalar (cirurgião otorrinolaringologista, auxiliar e anestesiologista)
Preço de referência EvoduxR$ 4.134,70 (apartamento standard) · R$ 2.419,26 (enfermaria)
Permanência1 diária de acomodação, alta em até 24 horas; UTI não programada
OPME principalPar de lâminas (splints) septais de silicone (R$ 90,17)
Código e data-baseCódigo Evodux EVX-ORL-SPT-01-CPH · versão 1.1 · data-base out/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários do cirurgião otorrinolaringologista, do auxiliar e do anestesiologista não integram o custo hospitalar. Exames e consultas antes da internação, exame anatomopatológico, retirada dos splints, medicamentos e retornos após a alta ficam fora deste custo. Códigos TUSS: 30501369 · 30501458 (2 lados).

Como utilizar este produto

Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.

01Confirmar o caso índice

Verifique se os pacientes do hospital correspondem à septoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral, eletiva, em adulto, com splints septais, sem tampão nasal e alta em até 24 horas, que serve de referência ao custo.

02Revisar protocolo e custo

Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.

03Custear a estrutura

Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.

04Precificar o procedimento

Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.

05Medir a operação atual

Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.

06Avaliar propostas e acompanhar

Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.

Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.

Origem de cada informação

Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark

Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.

Caso índice clínico

Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.

TUSS30501369 + 30501458 (2 lados)
AnestesiaGeral balanceada · intubação orotraqueal
TécnicaSeptoplastia · turbinectomia inferior parcial bilateral · splints
Permanência1 diária · sem UTI
PremissaCaso índice Evodux
Paciente de referênciaAdulto, 35 anos utilizados exclusivamente como referência de modelagem; ASA I ou II; não tabagista
Peso / altura / IMC70 kg / 1,70 m / 24,2 kg/m²
Condição clínicaObstrução nasal crônica sintomática por desvio do septo nasal associado a hipertrofia dos cornetos inferiores, sem resposta ao tratamento clínico; procedimento eletivo; paciente clinicamente estável (premissa do caso índice)
ComorbidadesSem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante; sem distúrbio de coagulação conhecido
ProcedimentoSeptoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral no mesmo tempo cirúrgico [C1] [C2] [C3]
Códigos de referênciaTUSS 30501369 Septoplastia (qualquer técnica sem vídeo), CBHPM 3.05.01.36-9, porte 8B; TUSS 30501458 Turbinectomia ou turbinoplastia, unilateral, CBHPM 3.05.01.45-8, porte 3B, cobrada por lado (2 lados no caso índice). Auxiliares e porte anestésico a confirmar na edição da CBHPM contratada
Técnica anestésicaAnestesia geral balanceada com intubação orotraqueal por tubo aramado, indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; a técnica definitiva é do anestesiologista
Técnica do procedimentoVasoconstrição tópica com cotonoides embebidos em oximetazolina; infiltração do mucopericôndrio septal e da cabeça dos cornetos com lidocaína e epinefrina; incisão de hemitransfixão ou de Killian; descolamento dos retalhos mucopericondrais; ressecção ou reposicionamento das porções desviadas de cartilagem e osso; turbinectomia inferior parcial bilateral com tesoura e hemostasia por cautério; reposição dos retalhos e sutura com fio absorvível; par de splints septais de silicone fixados por sutura transeptal; sem tampão nasal. Metanálises de estudos, incluindo ensaios, não mostram benefício do tamponamento nasal de rotina após septoplastia e o associam a mais dor e eventos adversos [C5] [C6] [C7] [C8]; splints septais reduziram sinéquias em metanálise [C9], com resultados semelhantes aos da sutura transeptal [C10]. O consenso de especialistas não alcançou acordo sobre o uso de tampão ou splints [C1]. Vasoconstritor, infiltração, padrão de incisão e técnica de redução dos cornetos são premissas de modelagem sem fonte específica de septoplastia no produto; a decisão é do cirurgião.
Profilaxia antibióticaA configuração de custeio não inclui antibiótico profilático de rotina no caso índice. O consenso sobre ausência de benefício de antibiótico de rotina exclui os casos com tamponamento nasal ou splints, e a discussão especifica o uso pós-operatório [C1]: não sustenta isoladamente a ausência de profilaxia sistêmica no caso índice com splints. Metanálise de septoplastia, rinoplastia e septorrinoplastia não mostrou efeito protetor significativo [A5]; estudo observacional retrospectivo relatou menos infecção com dose antes da cirurgia [A6]: as fontes divergem. Na Tabela 2 da diretriz de profilaxia, cirurgia limpa de cabeça e pescoço sem prótese não requer agente, e nas categorias limpas-contaminadas indicadas são listadas cefazolina ou cefuroxima associadas a metronidazol, ou ampicilina-sulbactam [A4]; a classificação deste caso e a decisão de profilaxia dependem de validação institucional. A não inclusão é configuração de custeio sujeita à validação do responsável técnico, considerando evidências divergentes; nenhum fármaco ou custo foi introduzido ou retirado automaticamente.
Prevenção de tromboembolismoRisco individual a estratificar pelo protocolo institucional. Ausência de profilaxia farmacológica ou mecânica no caso índice é premissa institucional a validar. A diretriz citada é indireta e sustenta deambulação isolada na categoria de risco muito baixo; não demonstra a classificação deste caso [P5] [P6]
OPME1 par de lâminas (splints) septais de silicone, estéreis
UTINão programada; zero diária de UTI no caso índice
Permanência prevista1 diária em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 24 horas da admissão
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Padrão de incisão, técnica de redução dos cornetos, uso de splints, ausência de tampão e número de fios são premissas de modelagem, não indicação clínica. Ajustes por anatomia, risco de sangramento, risco tromboembólico e protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.

Jornada e permanência do caso índice

EtapaCaso índice Evodux
AdmissãoNo dia da cirurgia, em jejum conforme o protocolo anestésico [A2], com exames e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo
Sala cirúrgicaAté 2 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento, antissepsia, vasoconstrição e infiltração, septoplastia, turbinectomia inferior bilateral, splints e curativo
Recuperação (RPA)Até 1 hora após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação
Unidade de internaçãoApartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, tratamento de náusea quando presente, cabeceira elevada, hidratação até a aceitação da dieta, deambulação precoce, vigilância de sangramento nasal e troca do curativo nasal
UTINão programada. Transferência somente por intercorrência (sangramento com instabilidade, evento cardiorrespiratório), tratada como evento fora do caso índice
AltaPremissa de custeio: alta em até 24 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: sem sangramento ativo, dor controlada por analgesia oral, aceitando dieta, deambulando e com diurese espontânea, com orientações de cuidados nasais e retorno ambulatorial para retirada dos splints (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta.
Total do episódio1 diária de acomodação · 0 diária de UTI · 2 horas de sala · 1 hora de recuperação
Por que sem UTI e com uma diária
Levantamento nacional de cirurgia ambulatorial nos Estados Unidos registrou cerca de 260 mil septoplastias ambulatoriais, com admissão inesperada em 2,65% dos procedimentos nasossinusais [P2]; em estudo retrospectivo de septoplastia com turbinectomia sob anestesia local, as complicações não diferiram entre internação e regime ambulatorial [P3]. A diária única é premissa econômica do caso índice, não requisito clínico. UTI planejada, tamponamento nasal, associação com outro procedimento ou permanência prevista maior caracterizam outra jornada e exigem reclassificação.

Como o caso índice deve ser usado

O caso índice é a referência do custo deste produto: septoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral, eletiva, em adulto saudável, com um par de splints septais, sem tampão nasal, sem UTI programada e com permanência de até uma diária. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.

Septoplastia isolada, turbinoplastia por radiofrequência ou por microdebridador, rinosseptoplastia, cirurgia endoscópica dos seios paranasais associada, adenoamigdalectomia associada, revisão de septoplastia, tamponamento nasal, UTI programada ou permanência prevista acima de uma diária descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.

Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.

Protocolo anestésico

Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.

AnestesiaGeral balanceada · intubação orotraqueal
O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Avaliação e preparaçãoConfirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico.Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum conforme a diretriz da ASA, com líquidos claros com carboidrato até 2 horas antes [A2].
MonitorizaçãoMonitorar oxigenação, ventilação com capnografia, circulação e temperatura durante toda a anestesia.Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva, capnografia e temperatura [A1]. Linha de amostragem da capnografia e sensor de temperatura não estão na composição de itens: presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital.
AnsióliseAdministrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado.Midazolam.
Indução e intubaçãoInduzir por via venosa com opioide, hipnótico e bloqueador neuromuscular e intubar a traqueia com tubo aramado, que permanece fixo na comissura labial durante a cirurgia nasal.Fentanila, propofol, lidocaína, rocurônio, tubo endotraqueal aramado 7,0 com balonete e cânula de Guedel. O tubo aramado é premissa de modelagem, sem fonte específica no produto.
ManutençãoManter anestesia inalatória em baixo fluxo, com complemento de opioide conforme a resposta.Sevoflurano e filtro trocador de calor e umidade.
Profilaxia antibióticaA configuração de custeio não inclui antibiótico profilático de rotina no caso índice; a indicação individual é decisão do responsável técnico. O consenso sobre ausência de benefício exclui os casos com splints [C1]; as fontes divergem [A5] [A6]; a classificação deste caso pela diretriz de profilaxia depende de validação institucional [A4].Sem item precificado. Se o responsável técnico definir profilaxia, incluir a dose no protocolo institucional, com custo próprio.
Profilaxia de náusea e vômitoAssociar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) conforme o risco do paciente.Dexametasona e ondansetrona. [A3]
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal por tubo aramado. Anestesia venosa total, máscara laríngea, tamponamento de orofaringe com gaze, sugamadex e ácido tranexâmico não fazem parte da configuração precificada.

Suporte durante e ao fim da anestesia

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Analgesia intraoperatóriaIniciar a analgesia multimodal antes do despertar.Dipirona. Escolha da prática brasileira, sem fonte específica no produto.
HidrataçãoManter reposição volêmica com cristaloide balanceado durante a cirurgia.Ringer com lactato, 2 bolsas de 500 mL.
Reversão do bloqueio neuromuscularAvaliar a profundidade do bloqueio com monitorização neuromuscular quantitativa e confirmar razão TOF maior ou igual a 0,9 antes da extubação [A10]. A reversão depende da profundidade do bloqueio e da avaliação do anestesiologista: neostigmina é alternativa no bloqueio mínimo, não reversão automática de qualquer profundidade [A10].Neostigmina associada à atropina, na configuração de custeio. Monitor neuromuscular quantitativo na estrutura da sala, a confirmar na alocação institucional, sem custo adicionado; sugamadex não incluído automaticamente.
Extubação e transferênciaAspirar a orofaringe, extubar com o paciente acordado e transferir para a recuperação.Sonda de aspiração, seringas e agulhas de preparo.
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.

Precificação do protocolo anestésico

Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos de indução e manutenção
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Profilaxias, analgesia, reversão e hidratação
Materiais de via aérea e monitorização
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação e quantidade. O sevoflurano está expresso em mililitros consumidos em baixo fluxo. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.

Referências bibliográficas do protocolo anestésico

Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.

A1
American Society of Anesthesiologists, Committee on Standards and Practice Parameters. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Aprovado em 21 de outubro de 1986; última emenda em 15 de outubro de 2025.
Aplicação: Tipo: norma de sociedade. Sustenta a monitorização durante a anestesia geral: oxigenação com oximetria de pulso, ventilação com capnografia contínua no paciente intubado, ECG contínuo, pressão arterial e frequência cardíaca ao menos a cada 5 minutos e temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não define quantidade de material. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-51.
Aplicação: Tipo: diretriz. Sustenta que adultos saudáveis podem ingerir líquidos claros com carboidrato até 2 horas antes do procedimento eletivo. Não trata do jejum de sólidos, definido na diretriz de 2017, não conferida. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-48. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241.
Aplicação: Tipo: consenso e diretriz. Sustenta a estratificação de risco e a profilaxia multimodal de náusea e vômito no pós-operatório, com resgate. O número de antieméticos por fator de risco não foi conferido (só resumo). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32467512/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283.
Aplicação: Tipo: diretriz. Na Tabela 2, cirurgia limpa de cabeça e pescoço sem prótese não requer agente; nas categorias limpas-contaminadas indicadas, lista cefazolina ou cefuroxima associadas a metronidazol, ou ampicilina-sulbactam, com exceções para tonsilectomia e cirurgia endoscópica funcional sinusal. Classificação deste caso e decisão de profilaxia dependem de validação institucional; esta síntese não determina introdução de antibiótico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/
A5
Benites C, Awan MU, Patel H, et al. An examination of antibiotic administration in septorhinoplasty: A systematic review and meta-analysis. Am J Otolaryngol. 2024;45(4):104333.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 15 estudos e 2.225 pacientes de septoplastia, rinoplastia e septorrinoplastia, a profilaxia antibiótica não teve efeito protetor significativo sobre infecção (OR 0,65; IC95% 0,23 a 1,89). Não traz resultado isolado da septoplastia com turbinectomia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38677149/
A6
Kotisalmi I, Hytönen M, Mäkitie AA, et al. Septoplasty with and without additional sinonasal surgery: postoperative sequelae and the use of prophylactic antibiotics. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2022;279(7):3449-58.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Em 302 pacientes, infecção em 3,3% com profilaxia e 12,7% sem profilaxia. Desenho retrospectivo, não prova causalidade; diverge do consenso e da metanálise citados. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34652525/
A7
Athanassoglou V, Patel A, McGuire B, et al. Systematic review of benefits or harms of routine anaesthetist-inserted throat packs in adults: practice recommendations for inserting and counting throat packs: An evidence-based consensus statement by the Difficult Airway Society (DAS), the British Association of Oral and Maxillofacial Surgery (BAOMS) and the British Association of Otorhinolaryngology, Head and Neck Surgery (ENT-UK). Anaesthesia. 2018;73(5):612-8.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com consenso de sociedades. Nenhum estudo mostrou benefício do tamponamento de orofaringe inserido pelo anestesista; há relatos de complicações graves. As sociedades deixam de recomendar o uso rotineiro. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29322502/
A8
Kim DH, Hwang SH. Effects of Intraoperative Saline-Soaked Pharyngeal Packing on Nausea, Vomiting, and Throat Pain After Nasal Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Rhinol. 2023;30(1):6-14.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 11 ensaios e 931 pacientes de cirurgia nasal, o tampão faríngeo não reduziu náusea e vômito e aumentou a dor de garganta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39664703/
A9
Ping WD, Zhao QM, Sun HF, et al. Role of tranexamic acid in nasal surgery: A systemic review and meta-analysis of randomized control trial. Medicine (Baltimore). 2019;98(16):e15202.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 11 ensaios de cirurgia nasal, o ácido tranexâmico reduziu a perda sanguínea frente a placebo. Os 11 ensaios incluíram sete de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, três de rinoplastia e um de septorrinoplastia; nenhum foi descrito como septoplastia isolada. Os regimes variaram e a revisão não estabelece dose ótima para este caso. Citada para registrar que o item não foi incluído. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31008946/
A10
Thilen SR, Weigel WA, Todd MM, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Monitoring and Antagonism of Neuromuscular Blockade: A Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Neuromuscular Blockade. Anesthesiology. 2023;138(1):13-41.
Aplicação: Tipo: diretriz. Recomenda monitorização quantitativa em vez de avaliação qualitativa (recomendação 2, p. 17) e confirmar razão TOF maior ou igual a 0,9 antes da extubação (recomendação 3, p. 19); recomenda sugamadex em vez de neostigmina nos bloqueios profundo, moderado e superficial por rocurônio ou vecurônio (recomendação 6, p. 21) e sugere neostigmina como alternativa razoável no bloqueio mínimo, razão TOF de 0,4 a menos de 0,9 (recomendação 7, p. 21). Não define a alocação do monitor nem quantidades de medicamento. csa-online.org/wp-content/uploads/2023/02/NMB23.pdf

Configuração anestésica e aderência bibliográfica

Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.

Configuração precificada
Anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal por tubo aramado, monitorização básica conforme a norma da ASA [A1], jejum conforme a diretriz da ASA [A2], profilaxia multimodal de náusea e vômito [A3], sem antibiótico profilático de rotina na configuração de custeio, a validar pelo responsável técnico [C1] [A5] [A6], e sem tamponamento de orofaringe de rotina [A7] [A8]. A escolha definitiva segue avaliação individual e protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
Tamponamento de orofaringe: revisão sistemática com consenso de sociedades não encontrou benefício do uso rotineiro e relatou complicações graves [A7]; metanálise em cirurgia nasal não mostrou redução de náusea e vômito e encontrou mais dor de garganta [A8]. Ácido tranexâmico: metanálise de ensaios em cirurgia nasal mostrou menor perda sanguínea [A9], em ensaios de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, rinoplastia e septorrinoplastia, nenhum de septoplastia isolada, sem dose ótima definida para este caso; não incluído, sem que a indireção seja tratada como contraindicação. Tubo aramado: sem fonte específica localizada, premissa de modelagem. Linha de capnografia e sensor de temperatura presumidos na estrutura da sala. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional, como anestesia venosa total, ácido tranexâmico ou sugamadex, exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação, no protocolo institucional.

Protocolo do procedimento

Septoplastia com turbinectomia inferior parcial bilateral do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.

TécnicaSeptoplastia · turbinectomia inferior parcial bilateral · splints septais · sem tampão

Preparo, vasoconstrição e infiltração

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
PosicionamentoPosicionar o paciente em decúbito dorsal com a cabeceira elevada e a cabeça apoiada, com os olhos protegidos.Placa dispersiva do bisturi elétrico.
AntissepsiaAplicar antisséptico aquoso na face e no vestíbulo nasal.Iodopovidona tópica aquosa. Antisséptico aquoso na face é premissa de modelagem, sem fonte específica no produto.
Campos e paramentaçãoMontar o campo estéril e paramentar a equipe.Campos cirúrgicos estéreis, aventais e luvas.
Vasoconstrição tópicaPosicionar cotonoides embebidos em vasoconstritor nas fossas nasais antes da infiltração.Cotonoides e oximetazolina 0,05%. Revisão sistemática em cirurgia endoscópica dos seios paranasais admite oximetazolina tópica com cautela em pacientes selecionados [C11]; não há fonte específica de septoplastia no produto, e a concentração é premissa de modelagem.
InfiltraçãoInfiltrar o mucopericôndrio septal e a cabeça dos cornetos inferiores com lidocaína com epinefrina para hemostasia.Lidocaína 2% com epinefrina 1:200.000, seringas de 10 mL e agulhas. Não foi localizada fonte sobre infiltração com epinefrina e sangramento na septoplastia; ensaio randomizado com lidocaína sem epinefrina não reduziu a dor pós-operatória [C12]. Premissa de modelagem.

Septoplastia e turbinectomia

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Incisão e descolamentoRealizar incisão de hemitransfixão ou de Killian e descolar os retalhos mucopericondrais e mucoperiosteais.Lâmina nº 15, compressas, gaze e aspiração.
Correção do septoRessecar ou reposicionar as porções desviadas de cartilagem e osso, preservando o suporte septal.Instrumental cirúrgico reutilizável (estrutura da sala).
Turbinectomia inferior parcial bilateralRessecar a porção hipertrofiada dos cornetos inferiores com tesoura e fazer hemostasia por cautério. [C2] [C3]Caneta de eletrocautério, extensão de aspiração e cotonoides.

Splints, síntese e curativo

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
SínteseReposicionar os retalhos e suturar a incisão com fio absorvível.Fio categute simples 4-0.
Splints septaisInserir um par de splints septais de silicone lubrificados, um de cada lado do septo, e fixá-los com sutura transeptal. [C9] [C10]Par de splints de silicone, pomada para lubrificação e fio de náilon 3-0.
Curativo e transferênciaAplicar gaze dobrada sob as narinas, fixada com fita microporosa, sem tampão nasal, e transferir o paciente para a recuperação. [C5] [C6] [C7] [C8]Gaze e fita adesiva microporosa.
Segurança e rastreabilidade da OPME
Antes da inserção, conferir integridade da embalagem, validade e esterilidade dos splints e registrar no prontuário a etiqueta de lote. A diferença de utilização em relação ao protocolo é dado econômico, não julgamento assistencial.

Precificação do protocolo do procedimento

Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos e soluções do procedimentoParte 1 de 3
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Paramentação, campos e materiais cirúrgicosParte 2 de 3
Fios de sutura e curativoParte 3 de 3
Subtotal protocolo do procedimento
Fonte econômica
O par de splints está na OPME. Estrutura da sala cirúrgica, instrumental reutilizável (espéculos, descoladores, tesouras de corneto, pinças e aspirador de Frazier metálico), fonte de luz, equipe operacional e equipamentos fixos aparecem em custos operacionais. Honorários do cirurgião e do auxiliar não integram o subtotal.

Precificação da OPME

Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
  • Variação de marca na mesma categoria técnica
  • Splints de silicone com ou sem canal de ar, da mesma categoria
  • Recorte do formato pelo cirurgião
Outra configuração: custear à parte
  • Tampão nasal de esponja expansível ou com balão
  • Esponja hemostática absorvível
  • Lâmina descartável de microdebridador
  • Ponteira de radiofrequência ou coblation
  • Enxerto ou matriz septal
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. O par de splints é adquirido e precificado como uma unidade de OPME. Configuração diferente deve ser custeada separadamente.

Composição detalhada da OPME padrão

ComponenteQtd.Especificação de referênciaLinha de custo
Lâmina (splint) septal de silicone, lado direito1Silicone, estéril, formato e espessura conforme o produto; recorte pelo cirurgião quando necessário; registro na ANVISAPar de splints septais
Lâmina (splint) septal de silicone, lado esquerdo1Mesma especificação da lâmina direitaPar de splints septais

As duas lâminas compõem uma única linha de custo, o par de splints.

Como interpretar a OPME padrão

A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: um par de lâminas septais de silicone, estéreis, fixadas por sutura transeptal e retiradas em ambulatório. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.

Variações de marca na mesma categoria técnica exigem confirmação de equivalência, apresentação e custo de aquisição; o custo institucional deverá ser recalculado quando aplicável. Tampões nasais, hemostáticos absorvíveis, lâminas de microdebridador, ponteiras de radiofrequência e enxertos representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.

Splints septais reduziram sinéquias em metanálise [C9] e tiveram resultados semelhantes aos da sutura transeptal isolada [C10]; material e tempo de permanência não são definidos por essas fontes. Esta é a configuração Evodux adotada para modelagem técnico-econômica do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.

Referências bibliográficas do protocolo do procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.

C1
Han JK, Stringer SP, Rosenfeld RM, et al. Clinical Consensus Statement: Septoplasty with or without Inferior Turbinate Reduction. Otolaryngol Head Neck Surg. 2015;153(5):708-20.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas (Delphi modificado). Em adultos: hipertrofia do corneto inferior pode causar obstrução por si só; a redução do corneto inferior é adjuvante eficaz da septoplastia. O consenso sobre ausência de benefício de antibiótico de rotina exclui os casos com tamponamento nasal ou splints; a discussão especifica o uso pós-operatório. Não sustenta isoladamente a ausência de profilaxia sistêmica no caso índice com splints. A não inclusão é configuração de custeio sujeita à validação do responsável técnico, considerando evidências divergentes. Sem consenso sobre o uso de tampão ou splints. Opinião de especialistas, não ensaio. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26527752/
C2
Batra PS, Seiden AM, Smith TL. Surgical management of adult inferior turbinate hypertrophy: a systematic review of the evidence. Laryngoscope. 2009;119(9):1819-27.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Em 96 estudos, predominantemente de níveis 4 e 5, a cirurgia do corneto inferior teve resultado positivo na hipertrofia sintomática do adulto; poucos estudos de níveis 1 e 2. Não compara técnicas. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19521999/
C3
Kim DH, Jang DW, Hwang SH. Comparative Efficacy and Safety of Turbinate Surgery for Chronic Rhinitis: A Systematic Review and Network Meta-Analysis. Clin Otolaryngol. 2026 (publicação eletrônica em 14/08/2026).
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise em rede. Compara técnicas de redução do corneto em rinite crônica; a turbinectomia parcial associou-se a mais crostas e ressecamento. População de rinite crônica, não específica de septoplastia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42601322/
C4
Abdullah B, Singh S. Surgical Interventions for Inferior Turbinate Hypertrophy: A Comprehensive Review of Current Techniques and Technologies. Int J Environ Res Public Health. 2021;18(7):3441.
Aplicação: Tipo: revisão narrativa. Técnicas que não poupam a mucosa aliviam a obstrução, mas se associam a sangramento, crostas, dor e recuperação mais longa. Sem força de recomendação. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33810309/
C5
Banglawala SM, Gill M, Sommer DD, et al. Is nasal packing necessary after septoplasty? A meta-analysis. Int Forum Allergy Rhinol. 2013;3(5):418-24.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 16 estudos, o tamponamento nasal não reduziu sangramento, hematoma, perfuração, sinéquias nem desvio residual e aumentou infecções; o uso rotineiro após septoplastia não se justifica. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23136013/
C6
Kim JS, Kwon SH. Is nonabsorbable nasal packing after septoplasty essential? A meta-analysis. Laryngoscope. 2017;127(5):1026-31.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 20 ensaios, sem tamponamento (sutura transeptal ou splint) não houve diferença em sangramento, hematoma, perfuração, infecção e desvio residual, com menos dor, cefaleia e sinéquias. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27900768/
C7
Titirungruang CK, Charakorn N, Chaitusaney B, et al. Is postoperative nasal packing after septoplasty safe? A systematic review and meta-analysis of randomized controlled studies. Rhinology. 2021;59(4):340-51.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 47 ensaios e 4.087 participantes, o tamponamento teve mais eventos adversos, sem diferença em sangramento, hematoma e infecção; os autores recomendam evitar o tamponamento de rotina. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34350430/
C8
Kim DH, Jang DW, Hwang SH. Clinical utility of additional non-absorbable nasal packing after septoplasty: a systematic review and meta-analysis. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2026 (publicação eletrônica em 13/10/2026).
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Na análise baseada em sutura transeptal, tamponamento não absorvível adicional não reduziu significativamente sangramento ou hematoma e associou-se a mais cefaleia e sinéquias. Na análise baseada em splints, não houve redução significativa de hemorragia ou da taxa global de aderências; vantagem sobre tamponamento isolado não se repetiu frente a splint isolado. Houve maior dor nos dias 1 e 7. Não sustenta uso adicional rotineiro após estabilização eficaz. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42867663/
C9
Kim SJ, Chang DS, Choi MS, et al. Efficacy of nasal septal splints for preventing complications after septoplasty: A meta-analysis. Am J Otolaryngol. 2021;42(3):102389.
Aplicação: Tipo: metanálise de ensaios e estudos observacionais. Sinéquia em 3,7% com splint e 8,7% sem splint, sem diferença em dor, infecção, sangramento, hematoma e perfuração. Não define material nem tempo de permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33482562/
C10
Aldhwaihy L, Alhazzani H, Alkarzae M. Comparison on the Effectiveness and Safety of Transseptal Suturing Versus Intranasal Splints After Septoplasty: A Systematic Review and Meta-analysis. Aesthetic Plast Surg. 2024;48(21):4323-4332. Errata: Aesthetic Plast Surg. 2024;48(15):3059, DOI 10.1007/s00266-024-04177-w.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 8 ensaios e 570 participantes, sutura transeptal e splints não diferiram em hemorragia, sinéquia, hematoma, perfuração, infecção, crostas e desvio residual. Resumo conferido. A página da errata na editora (DOI 10.1007/s00266-024-04177-w), consultada em 25/10/2026, informa correção da apresentação do nome do coautor Mohammed Alkarzae; conteúdo integral da errata não acessado, pendente de conferência antes da aprovação definitiva desta fonte. PMID da errata informado na avaliação (38872061) não reconferido. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38767656/
C11
Higgins TS, Hwang PH, Kingdom TT, et al. Systematic review of topical vasoconstrictors in endoscopic sinus surgery. Laryngoscope. 2011;121(2):422-32.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Oximetazolina e epinefrina tópicas podem ser usadas com cautela em pacientes selecionados; fenilefrina tópica não recomendada. Contexto de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, não de septoplastia; não define concentração. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21271600/
C12
Yener HM, Akiner U, Sari E, et al. The Role of Preemptive Infiltration Anesthesia in the Management of Postoperative Pain Following Septoplasty. Int Arch Otorhinolaryngol. 2022;26(4):e725-9.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Em 64 pacientes, a infiltração com lidocaína 2% sem epinefrina não reduziu a dor pós-operatória. Não avalia sangramento nem epinefrina. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36405463/
Leitura das referências
As fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.

Protocolo pós-procedimento

O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Recuperação após a cirurgia (RPA)Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação.Monitorização, oxigênio por máscara quando necessário (respiração oral com os splints) e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital.
Analgesia multimodalManter analgésico e anti-inflamatório em horário fixo e opioide apenas como resgate.Dipirona, cetoprofeno e tramadol. Revisão sistemática em septoplastia e rinoplastia sustenta analgesia multimodal com anestésicos locais e anti-inflamatórios, estes com cautela pelos eventos adversos [P1]; doses e esquema são premissas de modelagem.
Náusea e vômitoTratar náusea com antiemético de resgate, quando presente.Antiemético de resgate conforme prescrição [A3]. O custo usa ondansetrona como premissa econômica; a escolha do resgate é do anestesiologista e deve ser validada pelo responsável técnico.
HidrataçãoManter hidratação venosa até a aceitação da dieta.Soro fisiológico 0,9% e equipo.
Janela do caso índice
Recuperação de até 1 hora após a cirurgia e internação prevista de até 1 diária. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.

Internação, alta e continuidade assistencial

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Prevenção de tromboembolismoEstimular deambulação precoce; anticoagulante ou meia somente se a estratificação individual de risco indicar.Sem item precificado no caso índice [P5] [P6].
Vigilância de sangramentoManter cabeceira elevada, inspecionar o curativo nasal e a orofaringe e trocar a gaze sob as narinas quando necessário.Gaze e fita microporosa; avaliação de enfermagem e do cirurgião. Em 5.639 septoplastias, o sangramento excessivo foi a complicação mais comum (3,3%), mais frequente com cirurgia de corneto por radiofrequência associada [P4]; técnicas de corneto que não poupam a mucosa associam-se a sangramento e crostas [C4] [C3].
Dieta e deambulaçãoLiberar dieta e deambulação assim que o paciente estiver acordado e sem náusea.Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação.
Avaliação de altaVerificar sangramento, dor, aceitação da dieta, deambulação e diurese, e entregar as orientações de alta.Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico.
Continuidade após a altaOrientar higiene nasal com solução salina, cuidados com os splints, sinais de alerta e retorno ambulatorial para retirada dos splints, fora deste custo hospitalar.Plano de alta e seguimento.
Limite financeiro
Medicamentos após a alta, solução para higiene nasal domiciliar, retirada dos splints, consultas e retornos ambulatoriais não integram este custo hospitalar.

Precificação do protocolo pós-procedimento

Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos da internaçãoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais da internaçãoParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-procedimento
Fonte econômica
Recuperação e acomodação são apresentadas separadamente como componentes de custo hospitalar. A dieta prescrita está incluída na diária da acomodação.

Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.

P1
Nguyen BK, Yuhan BT, Folbe E, et al. Perioperative Analgesia for Patients Undergoing Septoplasty and Rhinoplasty: An Evidence-Based Review. Laryngoscope. 2019;129(6):E200-12.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Em 37 estudos de septoplastia e rinoplastia, anestésicos locais reduziram dor e resgate; anti-inflamatórios reduziram a dor com mais eventos adversos, pedindo cautela. Não define doses nem esquema. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30585326/
P2
Bhattacharyya N. Ambulatory sinus and nasal surgery in the United States: demographics and perioperative outcomes. Laryngoscope. 2010;120(3):635-8.
Aplicação: Tipo: estudo observacional transversal. Levantamento nacional de cirurgia ambulatorial (2006): cerca de 260 mil septoplastias ambulatoriais; admissão inesperada em 2,65% dos procedimentos nasossinusais. Não é específico de septoplastia com turbinectomia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20058315/
P3
Chen YY, Huang TC. Outcome of Septoplasty with Inferior Turbinectomy as an In-patient or Out-patient Procedure. Sci Rep. 2019;9(1):7573.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Em 152 pacientes de septoplastia com turbinectomia inferior sob anestesia local, complicações não diferiram entre internação e regime ambulatorial. Anestesia local: não transfere diretamente para anestesia geral. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31110327/
P4
Dąbrowska-Bień J, Skarżyński PH, Gwizdalska I, et al. Complications in septoplasty based on a large group of 5639 patients. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2018;275(7):1789-94.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Complicações em 3,42% de 5.639 septoplastias; sangramento excessivo foi a mais comum (3,3%), maior com cirurgia de corneto por radiofrequência (4,1% contra 2,6%). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29770875/
P5
Cramer JD, Dilger AE, Schneider A, et al. Risk of Venous Thromboembolism Among Otolaryngology Patients vs General Surgery and Plastic Surgery Patients. JAMA Otolaryngol Head Neck Surg. 2018;144(1):9-17.
Aplicação: Tipo: coorte observacional. Tromboembolismo venoso em 30 dias de 0,5% em otorrinolaringologia; os autores sugerem adaptar diretrizes de baixo risco à maior parte desses pacientes. Sem taxa específica de septoplastia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29049530/
P6
Gould MK, Garcia DA, Wren SM, et al. Prevention of VTE in nonorthopedic surgical patients: Antithrombotic Therapy and Prevention of Thrombosis, 9th ed: American College of Chest Physicians Evidence-Based Clinical Practice Guidelines. Chest. 2012;141(2 Suppl):e227S-77S. Errata: Chest. 2012;141(5):1369.
Aplicação: Tipo: diretriz. Risco muito baixo: sem profilaxia farmacológica nem mecânica, apenas deambulação precoce. Diretriz de cirurgia geral e abdominopélvica; aplicação à otorrinolaringologia é indireta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22315263/

Custo do procedimento

Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.

Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Sala cirúrgica, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.

Custos operacionais hospitalares

A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.

Referência Evodux
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora da sala cirúrgica e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Sala cirúrgica: tempo de sala do caso índice (2 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 249,50/h), incluindo sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + sala cirúrgica + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.

Custeio do hospital

Tempos e permanência do caso índice

Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.

Entra no custo só no custeio detalhado (com custo-hora de RPA); no simplificado, a RPA está no rateio e o tempo aparece só na jornada e nos gatilhos

Modo simplificado

Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral; dieta incluída. Usada quando a acomodação selecionada é apartamento
Mesma composição. Usada quando a acomodação selecionada é enfermaria

No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.

Resultado do custeio operacional

Acomodação

A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.

Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 1 diária, com alta em até 24 horas da admissão. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito ou quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização, apoio geral da unidade e dieta prescrita. A dieta prescrita está incluída na diária de referência.
Contagem das diárias
Regra-base: 1ª diária = admissão até 24 h; a 2ª diária é aberta após 24 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da operadora e do hospital.

Composição de preço do procedimento

Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.

Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.

Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .

Precificação do procedimento

Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.

Identificação do procedimento

Base técnica: 30501369 (septoplastia) + 30501458 (turbinectomia, por lado, 2 lados)

Premissas de preço do hospital

Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento

Composição do preço

Preço por margem

Posicionamento do preço

Preço de tabela do hospital

Códigos TUSS dos itens

Fórmulas aplicadas

Custo do hospital × referência Evodux

Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.

Estrutura do custo: referência Evodux × hospital

A referência Evodux v1.1 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, sala cirúrgica e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.

Base dos Benchmarks Evodux

Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.

12instituições hospitalares
165procedimentos comparáveis
mai/2025 a mai/2026período de observação
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.

Como o benchmark é construído

Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.

  1. Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
  2. Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
  3. Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
  4. Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
  5. Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.

Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3

Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.

Base dos benchmarks
Referências de preço para septoplastia com turbinectomia inferior bilateral, OPME (par de splints septais) incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação. Base Evodux; 12 instituições hospitalares, 165 procedimentos comparáveis, período de mai/2025 a mai/2026.

Posição da proposta e do custo do hospital

Critérios dos perfis P1, P2 e P3

A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.

Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.

Conta hospitalar atual

Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.

Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. A leitura faz triagem parcial de identificadores (colunas cujo cabeçalho indica nome, CPF, carteirinha ou prontuário e números no formato de CPF); descrições de itens e o nome do arquivo são mantidos como enviados. Envie a conta já desidentificada.

Ou informe as médias do faturamento

Médias do período analisado

Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse

Composição média da conta faturada

Em branco: mesma premissa de tributos do pacote da operadora (ou 8,65% Evodux, se não informada)

Análise econômica da operação atual

Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.

Pacote particular do procedimento

Orçamento da septoplastia com turbinectomia para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.

Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.

1. Custos-base do hospital

GrupoBase de cálculoCusto unitário (R$)Origem
Taxa de salaCusto-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standardCusto da diária
Diária · EnfermariaCusto da diária
Materiais e medicamentosProtocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento
OPME padrãoConfiguração do caso índice
Exames e avaliação antes do procedimentoHospital
Cirurgião otorrinolaringologista
Auxiliar
Anestesiologista

2. Proteção contra intercorrências

Reserva

3. Premissas de preço do hospital

4. Três opções para o paciente

5. Condições de pagamento

Em branco: à vista sem a taxa do cartão

6. Comparação com a conta aberta do hospital

7. Condições do pacote e adicionais

Não incluído no pacote

Preço dos adicionais

8. Orçamento para o paciente

9. Projeção

10. Referências de preço particular e de mercado

Fórmulas aplicadas

Análise de conta do procedimento

Transforme contas hospitalares reais da septoplastia com turbinectomia em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.

Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. Na importação, colunas cujo cabeçalho indica nome, CPF, carteirinha, prontuário, data de nascimento ou outro identificador são descartadas, e números no formato de CPF em PDF são mascarados. Essa triagem é parcial: descrições de itens e o nome do arquivo são mantidos como enviados e podem conter identificação. Cada conta recebe um identificador técnico de episódio (EP-001, EP-002...). Em uso local, os dados ficam neste navegador e só saem dele se o usuário exportar. Com o produto integrado ao Data Room e envio de arquivos habilitado, o arquivo original, com nome e conteúdo como enviados, é transmitido ao armazenamento do Data Room, conforme a política da instituição. Recomenda-se enviar contas já desidentificadas.

Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT

Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.

Como a leitura funciona

XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.

Pacote proposto pela operadora

Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.

Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12

Conta aberta × pacote

O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.

Volume

Em branco: mensal × 12

Preço, margem e ponto de equilíbrio

O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.

Margem-alvo

Faixa de negociação

A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.

Cenários e sensibilidade

Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.

Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador

Risco econômico do pacote

No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.

Variabilidade do custo por episódio

Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.

Preparação para negociação

Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.

Cláusulas a pactuar

Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.

Roteiro de implantação

Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.

01Diagnóstico

Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.

02Custeio

Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.

03Alinhamento clínico

Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.

04Aprovação de protocolo

Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.

05Precificação

Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.

06Parametrização operacional

Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.

07Piloto

Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.

08Revisão periódica

Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.

Papéis e responsabilidades

ÁreaResponsabilidade na implantação
Direção executivaPatrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínicaCoordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de otorrinolaringologiaValida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
AnestesiologiaValida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internaçãoValida tempos, RPA, rastreabilidade da OPME, vigilância de sangramento nasal, cuidados com o curativo nasal e rotinas de alta.
Farmácia e suprimentosParametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custosInforma custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
FaturamentoParametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do pacienteAcompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadorasConduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.

Entregas mínimas da implantação

Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.

Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.

Governança clínica

Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.

Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de técnica septal, técnica e extensão da redução dos cornetos, uso de splints ou tamponamento permanece do cirurgião otorrinolaringologista; a técnica anestésica definitiva segue a avaliação individual e o protocolo institucional.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.

Comitê de governança clínica do protocolo

Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de otorrinolaringologia, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.

O que a governança clínica acompanha

TemaO que observarOnde no produto
Aderência ao caso índiceEpisódios custeados como septoplastia com turbinectomia que não correspondem ao caso índice.
Aderência ao protocoloUtilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanênciaTempo de sala acima de 2 h, recuperação acima de 1 h e permanência acima de 1 diária.
OPMESplints de outra categoria, tampões nasais, hemostáticos absorvíveis, lâminas de microdebridador e ponteiras de radiofrequência, com justificativa.
Qualidade e segurançaSangramento com necessidade de tamponamento ou reabordagem, hematoma ou abscesso septal, perfuração septal, infecção, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento.

Registro de decisões da governança clínica

Aprovação de protocolo divergente

O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.

Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.

Primeiro, classificar a divergência

Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de splint septal). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (rinosseptoplastia, cirurgia endoscópica dos seios paranasais associada, adenoamigdalectomia associada, revisão de septoplastia, UTI programada). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.

Fluxo de aprovação

  1. Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
  2. Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
  3. Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
  4. Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
  5. Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
  6. Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.1, com data, alterações realizadas e responsável.
  7. Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
  8. Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.

Solicitações de mudança de protocolo

Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.

Protocolo institucional

A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Base técnica Evodux de septoplastia com turbinectomia v1.1. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.

Identificação da versão

Alterações em relação à referência Evodux

Onde editar

Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.

Indicadores

Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.

Eventos assistenciais do período

Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.

Previsto × realizado

Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.

Dashboards

Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.

Metodologia de precificação Evodux

Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.

  1. Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
  2. Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
  3. Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
  4. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
  5. Consolidação do custo do procedimento.
  6. Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
  7. Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
  8. Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
  9. Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.

A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.

Camada econômica do hospital

  1. Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de septoplastia com turbinectomia v1.1).
  2. Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
  3. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
  4. Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
  5. Custo hospitalar total do episódio.
  6. Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
  7. Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
  8. Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
  9. Cenários, variabilidade, risco e volume.
  10. Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.

Fórmulas

GrandezaFórmula
Receita líquidaFaturamento − glosas e ajustes
ResultadoReceita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
MargemResultado ÷ receita líquida
Preço de equilíbrioCusto ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)]
Preço para margem-alvoCusto ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita)
Sala cirúrgica no procedimentoTempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimentoTempo de RPA × custo-hora RPA
InternaçãoPermanência × custo paciente-dia
Equipamento[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação)

Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 3.363,58, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 4.134,70 em apartamento standard.

Proteção de dados

O produto não requer dados de pacientes. A importação faz triagem parcial de identificadores (colunas identificadas pelo cabeçalho e números no formato de CPF); descrições de itens e o nome do arquivo são mantidos como enviados. O episódio é identificado por código técnico. Em uso local, os dados ficam no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Com o Data Room integrado, os dados e, quando habilitado, o arquivo original são gravados pelo adaptador da instituição. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.

Disclaimer e limitações

Premissas, limitações e condições de uso.

Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação de procedimento, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Técnica anestésica, profilaxia antibiótica, prevenção de tromboembolismo, técnica septal, técnica de redução dos cornetos, uso de splints ou tamponamento e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Cirurgião otorrinolaringologista, auxiliar e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.

Índice de referências

Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.

CódigoEscopoReferências
A1-A10Protocolo anestésicoASA, monitorização básica · Joshi 2023, jejum (ASA) · Gan 2020, náusea e vômito · Bratzler 2013, profilaxia antimicrobiana · Benites 2024, antibiótico · Kotisalmi 2022, antibiótico · Athanassoglou 2018, tampão de orofaringe · Kim 2023, tampão faríngeo · Ping 2019, ácido tranexâmico · Thilen 2023, bloqueio neuromuscular (ASA)
C1-C12Protocolo do procedimentoHan 2015, consenso AAO-HNSF · Batra 2009, cirurgia do corneto · Kim 2026, técnicas de corneto · Abdullah 2021, revisão de técnicas · Banglawala 2013, tamponamento · Kim 2017, tamponamento · Titirungruang 2021, tamponamento · Kim 2026, tamponamento adicional · Kim 2021, splints septais · Aldhwaihy 2024, sutura transeptal e splints · Higgins 2011, vasoconstritor tópico · Yener 2022, infiltração
P1-P6Protocolo pós-procedimentoNguyen 2019, analgesia · Bhattacharyya 2010, regime ambulatorial · Chen 2019, internação ou ambulatório · Dąbrowska-Bień 2018, complicações · Cramer 2018, tromboembolismo · Gould 2012, profilaxia (ACCP)
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.1 (25/10/2026; substitui a 1.0 de 23/10/2026) · data-base out/2026 · próxima atualização: abril de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à versão 1.1. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo.

Protocolo anestésico

A1
American Society of Anesthesiologists, Committee on Standards and Practice Parameters. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Aprovado em 21 de outubro de 1986; última emenda em 15 de outubro de 2025.
Aplicação: Tipo: norma de sociedade. Sustenta a monitorização durante a anestesia geral: oxigenação com oximetria de pulso, ventilação com capnografia contínua no paciente intubado, ECG contínuo, pressão arterial e frequência cardíaca ao menos a cada 5 minutos e temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não define quantidade de material. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-51.
Aplicação: Tipo: diretriz. Sustenta que adultos saudáveis podem ingerir líquidos claros com carboidrato até 2 horas antes do procedimento eletivo. Não trata do jejum de sólidos, definido na diretriz de 2017, não conferida. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-48. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241.
Aplicação: Tipo: consenso e diretriz. Sustenta a estratificação de risco e a profilaxia multimodal de náusea e vômito no pós-operatório, com resgate. O número de antieméticos por fator de risco não foi conferido (só resumo). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32467512/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283.
Aplicação: Tipo: diretriz. Na Tabela 2, cirurgia limpa de cabeça e pescoço sem prótese não requer agente; nas categorias limpas-contaminadas indicadas, lista cefazolina ou cefuroxima associadas a metronidazol, ou ampicilina-sulbactam, com exceções para tonsilectomia e cirurgia endoscópica funcional sinusal. Classificação deste caso e decisão de profilaxia dependem de validação institucional; esta síntese não determina introdução de antibiótico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/
A5
Benites C, Awan MU, Patel H, et al. An examination of antibiotic administration in septorhinoplasty: A systematic review and meta-analysis. Am J Otolaryngol. 2024;45(4):104333.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 15 estudos e 2.225 pacientes de septoplastia, rinoplastia e septorrinoplastia, a profilaxia antibiótica não teve efeito protetor significativo sobre infecção (OR 0,65; IC95% 0,23 a 1,89). Não traz resultado isolado da septoplastia com turbinectomia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38677149/
A6
Kotisalmi I, Hytönen M, Mäkitie AA, et al. Septoplasty with and without additional sinonasal surgery: postoperative sequelae and the use of prophylactic antibiotics. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2022;279(7):3449-58.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Em 302 pacientes, infecção em 3,3% com profilaxia e 12,7% sem profilaxia. Desenho retrospectivo, não prova causalidade; diverge do consenso e da metanálise citados. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34652525/
A7
Athanassoglou V, Patel A, McGuire B, et al. Systematic review of benefits or harms of routine anaesthetist-inserted throat packs in adults: practice recommendations for inserting and counting throat packs: An evidence-based consensus statement by the Difficult Airway Society (DAS), the British Association of Oral and Maxillofacial Surgery (BAOMS) and the British Association of Otorhinolaryngology, Head and Neck Surgery (ENT-UK). Anaesthesia. 2018;73(5):612-8.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com consenso de sociedades. Nenhum estudo mostrou benefício do tamponamento de orofaringe inserido pelo anestesista; há relatos de complicações graves. As sociedades deixam de recomendar o uso rotineiro. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29322502/
A8
Kim DH, Hwang SH. Effects of Intraoperative Saline-Soaked Pharyngeal Packing on Nausea, Vomiting, and Throat Pain After Nasal Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis. J Rhinol. 2023;30(1):6-14.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 11 ensaios e 931 pacientes de cirurgia nasal, o tampão faríngeo não reduziu náusea e vômito e aumentou a dor de garganta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39664703/
A9
Ping WD, Zhao QM, Sun HF, et al. Role of tranexamic acid in nasal surgery: A systemic review and meta-analysis of randomized control trial. Medicine (Baltimore). 2019;98(16):e15202.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 11 ensaios de cirurgia nasal, o ácido tranexâmico reduziu a perda sanguínea frente a placebo. Os 11 ensaios incluíram sete de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, três de rinoplastia e um de septorrinoplastia; nenhum foi descrito como septoplastia isolada. Os regimes variaram e a revisão não estabelece dose ótima para este caso. Citada para registrar que o item não foi incluído. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31008946/
A10
Thilen SR, Weigel WA, Todd MM, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Monitoring and Antagonism of Neuromuscular Blockade: A Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Neuromuscular Blockade. Anesthesiology. 2023;138(1):13-41.
Aplicação: Tipo: diretriz. Recomenda monitorização quantitativa em vez de avaliação qualitativa (recomendação 2, p. 17) e confirmar razão TOF maior ou igual a 0,9 antes da extubação (recomendação 3, p. 19); recomenda sugamadex em vez de neostigmina nos bloqueios profundo, moderado e superficial por rocurônio ou vecurônio (recomendação 6, p. 21) e sugere neostigmina como alternativa razoável no bloqueio mínimo, razão TOF de 0,4 a menos de 0,9 (recomendação 7, p. 21). Não define a alocação do monitor nem quantidades de medicamento. csa-online.org/wp-content/uploads/2023/02/NMB23.pdf

Protocolo do procedimento

C1
Han JK, Stringer SP, Rosenfeld RM, et al. Clinical Consensus Statement: Septoplasty with or without Inferior Turbinate Reduction. Otolaryngol Head Neck Surg. 2015;153(5):708-20.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas (Delphi modificado). Em adultos: hipertrofia do corneto inferior pode causar obstrução por si só; a redução do corneto inferior é adjuvante eficaz da septoplastia. O consenso sobre ausência de benefício de antibiótico de rotina exclui os casos com tamponamento nasal ou splints; a discussão especifica o uso pós-operatório. Não sustenta isoladamente a ausência de profilaxia sistêmica no caso índice com splints. A não inclusão é configuração de custeio sujeita à validação do responsável técnico, considerando evidências divergentes. Sem consenso sobre o uso de tampão ou splints. Opinião de especialistas, não ensaio. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26527752/
C2
Batra PS, Seiden AM, Smith TL. Surgical management of adult inferior turbinate hypertrophy: a systematic review of the evidence. Laryngoscope. 2009;119(9):1819-27.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Em 96 estudos, predominantemente de níveis 4 e 5, a cirurgia do corneto inferior teve resultado positivo na hipertrofia sintomática do adulto; poucos estudos de níveis 1 e 2. Não compara técnicas. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19521999/
C3
Kim DH, Jang DW, Hwang SH. Comparative Efficacy and Safety of Turbinate Surgery for Chronic Rhinitis: A Systematic Review and Network Meta-Analysis. Clin Otolaryngol. 2026 (publicação eletrônica em 14/08/2026).
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise em rede. Compara técnicas de redução do corneto em rinite crônica; a turbinectomia parcial associou-se a mais crostas e ressecamento. População de rinite crônica, não específica de septoplastia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42601322/
C4
Abdullah B, Singh S. Surgical Interventions for Inferior Turbinate Hypertrophy: A Comprehensive Review of Current Techniques and Technologies. Int J Environ Res Public Health. 2021;18(7):3441.
Aplicação: Tipo: revisão narrativa. Técnicas que não poupam a mucosa aliviam a obstrução, mas se associam a sangramento, crostas, dor e recuperação mais longa. Sem força de recomendação. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33810309/
C5
Banglawala SM, Gill M, Sommer DD, et al. Is nasal packing necessary after septoplasty? A meta-analysis. Int Forum Allergy Rhinol. 2013;3(5):418-24.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Em 16 estudos, o tamponamento nasal não reduziu sangramento, hematoma, perfuração, sinéquias nem desvio residual e aumentou infecções; o uso rotineiro após septoplastia não se justifica. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23136013/
C6
Kim JS, Kwon SH. Is nonabsorbable nasal packing after septoplasty essential? A meta-analysis. Laryngoscope. 2017;127(5):1026-31.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 20 ensaios, sem tamponamento (sutura transeptal ou splint) não houve diferença em sangramento, hematoma, perfuração, infecção e desvio residual, com menos dor, cefaleia e sinéquias. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27900768/
C7
Titirungruang CK, Charakorn N, Chaitusaney B, et al. Is postoperative nasal packing after septoplasty safe? A systematic review and meta-analysis of randomized controlled studies. Rhinology. 2021;59(4):340-51.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 47 ensaios e 4.087 participantes, o tamponamento teve mais eventos adversos, sem diferença em sangramento, hematoma e infecção; os autores recomendam evitar o tamponamento de rotina. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34350430/
C8
Kim DH, Jang DW, Hwang SH. Clinical utility of additional non-absorbable nasal packing after septoplasty: a systematic review and meta-analysis. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2026 (publicação eletrônica em 13/10/2026).
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise. Na análise baseada em sutura transeptal, tamponamento não absorvível adicional não reduziu significativamente sangramento ou hematoma e associou-se a mais cefaleia e sinéquias. Na análise baseada em splints, não houve redução significativa de hemorragia ou da taxa global de aderências; vantagem sobre tamponamento isolado não se repetiu frente a splint isolado. Houve maior dor nos dias 1 e 7. Não sustenta uso adicional rotineiro após estabilização eficaz. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42867663/
C9
Kim SJ, Chang DS, Choi MS, et al. Efficacy of nasal septal splints for preventing complications after septoplasty: A meta-analysis. Am J Otolaryngol. 2021;42(3):102389.
Aplicação: Tipo: metanálise de ensaios e estudos observacionais. Sinéquia em 3,7% com splint e 8,7% sem splint, sem diferença em dor, infecção, sangramento, hematoma e perfuração. Não define material nem tempo de permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33482562/
C10
Aldhwaihy L, Alhazzani H, Alkarzae M. Comparison on the Effectiveness and Safety of Transseptal Suturing Versus Intranasal Splints After Septoplasty: A Systematic Review and Meta-analysis. Aesthetic Plast Surg. 2024;48(21):4323-4332. Errata: Aesthetic Plast Surg. 2024;48(15):3059, DOI 10.1007/s00266-024-04177-w.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise de ensaios. Em 8 ensaios e 570 participantes, sutura transeptal e splints não diferiram em hemorragia, sinéquia, hematoma, perfuração, infecção, crostas e desvio residual. Resumo conferido. A página da errata na editora (DOI 10.1007/s00266-024-04177-w), consultada em 25/10/2026, informa correção da apresentação do nome do coautor Mohammed Alkarzae; conteúdo integral da errata não acessado, pendente de conferência antes da aprovação definitiva desta fonte. PMID da errata informado na avaliação (38872061) não reconferido. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38767656/
C11
Higgins TS, Hwang PH, Kingdom TT, et al. Systematic review of topical vasoconstrictors in endoscopic sinus surgery. Laryngoscope. 2011;121(2):422-32.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Oximetazolina e epinefrina tópicas podem ser usadas com cautela em pacientes selecionados; fenilefrina tópica não recomendada. Contexto de cirurgia endoscópica dos seios paranasais, não de septoplastia; não define concentração. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21271600/
C12
Yener HM, Akiner U, Sari E, et al. The Role of Preemptive Infiltration Anesthesia in the Management of Postoperative Pain Following Septoplasty. Int Arch Otorhinolaryngol. 2022;26(4):e725-9.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Em 64 pacientes, a infiltração com lidocaína 2% sem epinefrina não reduziu a dor pós-operatória. Não avalia sangramento nem epinefrina. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36405463/

Protocolo pós-procedimento

P1
Nguyen BK, Yuhan BT, Folbe E, et al. Perioperative Analgesia for Patients Undergoing Septoplasty and Rhinoplasty: An Evidence-Based Review. Laryngoscope. 2019;129(6):E200-12.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. Em 37 estudos de septoplastia e rinoplastia, anestésicos locais reduziram dor e resgate; anti-inflamatórios reduziram a dor com mais eventos adversos, pedindo cautela. Não define doses nem esquema. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30585326/
P2
Bhattacharyya N. Ambulatory sinus and nasal surgery in the United States: demographics and perioperative outcomes. Laryngoscope. 2010;120(3):635-8.
Aplicação: Tipo: estudo observacional transversal. Levantamento nacional de cirurgia ambulatorial (2006): cerca de 260 mil septoplastias ambulatoriais; admissão inesperada em 2,65% dos procedimentos nasossinusais. Não é específico de septoplastia com turbinectomia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20058315/
P3
Chen YY, Huang TC. Outcome of Septoplasty with Inferior Turbinectomy as an In-patient or Out-patient Procedure. Sci Rep. 2019;9(1):7573.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Em 152 pacientes de septoplastia com turbinectomia inferior sob anestesia local, complicações não diferiram entre internação e regime ambulatorial. Anestesia local: não transfere diretamente para anestesia geral. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31110327/
P4
Dąbrowska-Bień J, Skarżyński PH, Gwizdalska I, et al. Complications in septoplasty based on a large group of 5639 patients. Eur Arch Otorhinolaryngol. 2018;275(7):1789-94.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo. Complicações em 3,42% de 5.639 septoplastias; sangramento excessivo foi a mais comum (3,3%), maior com cirurgia de corneto por radiofrequência (4,1% contra 2,6%). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29770875/
P5
Cramer JD, Dilger AE, Schneider A, et al. Risk of Venous Thromboembolism Among Otolaryngology Patients vs General Surgery and Plastic Surgery Patients. JAMA Otolaryngol Head Neck Surg. 2018;144(1):9-17.
Aplicação: Tipo: coorte observacional. Tromboembolismo venoso em 30 dias de 0,5% em otorrinolaringologia; os autores sugerem adaptar diretrizes de baixo risco à maior parte desses pacientes. Sem taxa específica de septoplastia. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29049530/
P6
Gould MK, Garcia DA, Wren SM, et al. Prevention of VTE in nonorthopedic surgical patients: Antithrombotic Therapy and Prevention of Thrombosis, 9th ed: American College of Chest Physicians Evidence-Based Clinical Practice Guidelines. Chest. 2012;141(2 Suppl):e227S-77S. Errata: Chest. 2012;141(5):1369.
Aplicação: Tipo: diretriz. Risco muito baixo: sem profilaxia farmacológica nem mecânica, apenas deambulação precoce. Diretriz de cirurgia geral e abdominopélvica; aplicação à otorrinolaringologia é indireta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22315263/

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